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Análises Rigorosas no Seguro Auto

seguro auto

As apólices de automóveis aumentaram até 10%. Entre os fatores que contribuíram para isso está o aumento de sinistros, roubos, furtos e acidentes. Mais sinistros maior o risco do consumidor não ter seu seguro renovado ou aceito pelas seguradoras.

A concorrência acirrada entre seguradoras brasileiras fez com que o valor de várias modalidades de seguros caísse em média 10% em 2012. As apólices de automóveis e de saúde foram à exceção: elas aumentaram até 10%. Para o consumidor de seguro auto, outra consequência além do aumento de preço, é o maior rigor na análise de risco e o aumento das recusas do seguro do carro pelas seguradoras. São várias as razões para o aumento no seguro auto, a principal, é o aumento da sinistralidade que fez aumentar até o seguro obrigatório DPVAT, aumento de 4.4% em 2013 ante 2012. As indenizações pagas por acidentes também aumentaram, segundo a Susep (Superintendência de Seguros Privados), as indenizações pagas pelo DPVAT de janeiro a dezembro de 2012 foram da ordem de 507.915 indenizações por morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas. Um aumento de 39% em relação ao ano de 2011. O crescimento do número de indenizações em 2012 foi superior ao aumento da frota, que ficou em 7.9% ante 2011, chegando a 74,4 milhões de veículos. Maior risco, maior é o preço do seguro. O risco advém da idade do condutor (quanto mais novo, mais caro), do índice de sinistralidade ligado ao modelo (quanto maior o número de roubos e furtos relacionados de determinado carro, mais caro será o seguro) e até mesmo da localidade onde o indivíduo mora ou trabalha e, também, da imprudência ou imperícia no trânsito acarretando mais acidentes, mais pagamentos de indenizações. O que pesou no aumento dos preços foi o índice de roubos e de indenizações. Em 2012 foram roubados 99.623 veículos no país, 20,3% menos do que em 2011. O seguro de carros somou R$ 24,7 bilhões em prêmios emitidos em 2012, entre apólices para pessoas físicas e empresas, avanço de 16% frente a 2011. O índice de roubos caiu, mas o de acidentes, como aponta a estatística do DPAVT citada acima, subiu e também pesou o bolso do consumidor, por conta do aumento da sinistralidade, a alta dos preços das peças de reposição dos veículos e da mão de obra de reparação nas oficinas verificados em 2012.

Análises Rigorosas no Seguro Auto

Incertezas aumentam as recusas do seguro auto
O aumento de preços também foi causado pela queda na taxa básica de juro. A taxa Selic passou de 12,5% para 7,25% em pouco mais de um ano e as seguradoras são obrigadas por lei a fazer aplicações em títulos do governo com o dinheiro que fica reservado para ser usado nos sinistros. Com a queda da taxa, os títulos atrelados à Selic ocasionaram um rendimento, com as aplicações financeiras, perto de zero. Com a inflação que fechou 2012 em 5.84% houve aumento de custos de pagamento de sinistros, de despesas administrativas, despesas com marketing e de comercialização, o que prejudicou ainda mais os resultados das seguradoras pressionando os preços para cima. E ainda houve a extinção do custo de apólice em R$ 100,00 promovida pela Susep. Tudo isso força as seguradoras a buscarem resultados melhores com as operações. Para o consumidor isso quer dizer mais rigor na análise e mais recusas para o seguro auto. A seguradora tem a prerrogativa – desde que justificada – de recusar o risco, mas a justificativa pode ser simplesmente: aumento de score que, para as seguradoras pode significar veículos que apresentam algum problema na vistoria prévia ou alguma irregularidade na documentação. Motoristas com histórico de sinistros, inadimplência, carteira de habilitação suspensa ou com muitos pontos, processados por dirigir embriagados e até CPF com restrição no SPC e Serasa. Esses são os principais motivos que levam uma seguradora a recusar uma proposta de seguro. Os especialistas apontam que o número alto de acidentes de trânsito no Brasil tem como principal causa à imprudência dos motoristas, entre elas, o excesso de velocidade e o menor espaço nas ruas decorrente do aumento da frota. O motorista que não se conscientizar da importância de uma direção segura, não se conscientizar da gravidade e dos perigos da combinação de direção com álcool e sono, de falar ao celular e mandar mensagens de textos na direção, de utilizar fones de ouvido e outros comportamentos que desviem a atenção são, e continuarão ser, sérios candidatos à rejeição do seguro parte das seguradoras. Se a seguradora se negar a fazer ou a renovar o seguro do seu carro, a cobertura permanece válida apenas por dois dias úteis, contados a partir da data em que foi feita a comunicação da recusa ao corretor ou ao cliente. Esse prazo permite encontrar outra seguradora que aceite o risco, mas a tendência é um maior rigor na análise e maior custo da apólice para motoristas imprudentes em todas as seguradoras. Frequentar um curso de direção segura e defensiva (muitos dos departamentos de trânsito regionais oferecem cursos gratuitos) pode ser uma boa alternativa para esse perfil.

Anderson Luis Gimenez

Anderson Luis Gimenez

Fundador e Administrador da empresa CotandoSeguro.com, Anderson Gimenez conta com mais de 25 anos de experiência no ramo de seguros onde hoje atende o Brasil todo dando consultoria em seguros para pessoas físicas e jurídicas.

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