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Seguro residencial custa pouco e vale muito

As famílias das classes C e D movimentaram a contratação do seguro residencial em 2012. Os seguros residenciais cresceram 14,5% em 2012 graças a conquista da casa própria.

Seguro residencial custa pouco e vale muito

O volume de crédito para os financiamentos imobiliários vêm crescendo no Brasil nos últimos anos. Para se ter uma ideia dados divulgados pelo Banco Central do Brasil (BACEN), e Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (ABECIP) apontam que no ano 2000 foram destinados R$ 5,8 milhões em créditos imobiliários. Em 2009 este valor chegou a R$ 49,7 milhões para a mesma finalidade. Em 2010 e 2011, estima-se o setor cresceu, em média, cerca de 50% ao ano. A classe média brasileira, que durante muito tempo não podia sonhar com a casa própria pode realizar seu sonho e junto com as chaves da propriedade adquiriu o seguro residencial para proteger o suado patrimônio conquistado. As famílias das classes C e D movimentaram a contratação do seguro residencial em 2012, de acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep). A carteira cresceu 14,5% em 2012 se comparado a 2011. A receita da carteira nacional foi de R$ 1,66 bilhão no ano passado contra R$ 1,45 bilhão no ano anterior. A expansão da carteira de seguros residenciais advém da constatação de que as apólices básicas de seguro residencial custam bem menos do que se imagina e propicia a reposição de bens em caso de incêndio, queda de raio ou explosão. O valor da apólice varia de acordo com um conjunto de fatores que as seguradoras analisam e que influenciam o preço final. Entre eles, e o tipo de construção da residência, o valor da construção do imóvel por metro quadrado mais o conteúdo no interior do imóvel como eletrônicos, móveis, etc. O valor do terreno não entra nessa conta por que em caso de incêndio, por exemplo, a terra não pega fogo. Apólices com coberturas mais amplas do que as básicas encarecem o custo final, mas dão cobertura contra roubo, vendaval ou qualquer outra cada necessidade do cliente. Coberturas mais completas podem propiciar proteção contra danos elétricos de qualquer natureza e incluir cláusulas prevendo que, na hipótese da família ficar desabrigada por conta de obras ou intervenção de qualquer natureza no imóvel, a seguradora pague o aluguel de outro imóvel. Outra cláusula interessante é a de responsabilidade civil familiar, especialmente para quem tem família grande. Outro fator de interesse na contratação do seguro é que a apólice pode envolver diversos outros tipos de cobertura com acesso a serviços de emergência, como chaveiros, encanadores, eletricistas, ou cobertura emergencial de um telhado afetado por um vendaval. Os sinistros mais comuns envolvendo residências são roubo e o furto qualificado. E o investimento em equipamentos de proteção como grades, cerca elétrica, alarme ajudam a proteger o patrimônio, dá mais segurança à família e pode baratear o custo do seguro residencial. Afinal, após conquistar a casa própria, ela precisa de cuidados e manutenção constante.

Anderson Luis Gimenez

Anderson Luis Gimenez

Fundador e Administrador da empresa CotandoSeguro.com, Anderson Gimenez conta com mais de 25 anos de experiência no ramo de seguros onde hoje atende o Brasil todo dando consultoria em seguros para pessoas físicas e jurídicas.
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